Uma pesquisa da PUCPR analisou 73.701 mensagens de alerta enviadas por órgãos de proteção e defesa civil entre 2018 e 2023. Segundo reportagem da Agência Brasil publicada no sábado (10), somente 1,83% reuniam todos os elementos considerados essenciais para uma comunicação eficaz.

O estudo verificou informações sobre emissor, perigo, localização, orientações e duração do risco. A indicação precisa do local apareceu em 5,9% dos textos, enquanto o horário de encerramento do perigo estava presente em 9%. Esses percentuais se referem ao acervo histórico analisado.

Os pesquisadores apontam que o limite de 160 caracteres do SMS dificulta mensagens completas. Recomendam combinar canais, como Cell Broadcast, aplicativos e comunicação local, considerando acessibilidade e características do território e da população.

As chuvas intensas motivaram 73,6% das mensagens examinadas. O levantamento não avalia a eficácia de todos os avisos atuais nem mede o desempenho das ferramentas introduzidas depois de 2023.

De onde vem a informação

Síntese em texto próprio a partir das fontes abaixo. Os dados e cenários são atribuídos a quem os publicou.

Agência BrasilEstudo sugere melhorias para alertas de desastres no Brasil ↗Fonte publicada em 10/10/2026 · 15:27 BRT · consultada em 12/10/2026 · 06:06 BRT