O FNDE divulgou na sexta-feira (16) orientações de adaptação climática para escolas públicas, reunidas em guia elaborado com o Instituto Alana. O material aborda calor extremo, secas, chuvas intensas e alagamentos moderados, considerando as características de cada território.
Entre as alternativas estão cisternas, jardins de chuva e pisos permeáveis para o manejo da água; árvores e telhados verdes para conforto térmico; e ventilação cruzada e iluminação natural nas edificações.
A escolha depende de avaliação técnica. Para jardins de chuva, por exemplo, o documento pede atenção ao solo, à localização e à distância das fundações. Não se trata de uma solução única aplicável a qualquer terreno.
O planejamento deve começar por um diagnóstico da escola e do entorno, incluindo insolação, vegetação, drenagem e riscos ambientais. O guia propõe participação de estudantes, professores, famílias e vizinhos e apresenta cuidados de manutenção, custos e usos pedagógicos. As orientações se destinam a gestores, secretarias de Educação e profissionais de infraestrutura.
De onde vem a informação
Síntese em texto próprio a partir das fontes abaixo. Os dados e cenários são atribuídos a quem os publicou.
Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE)Guia reúne medidas de adaptação climática para escolas públicas ↗Fonte publicada em 16/10/2026 · 14:40 BRT · consultada em 17/10/2026 · 09:06 BRT