A Secretaria do Planejamento do Piauí apresentou uma metodologia para identificar e acompanhar gastos associados aos riscos climáticos. Segundo relato publicado pela pasta em 15 de outubro, o trabalho nasceu do levantamento de riscos fiscais para preparar o anexo correspondente da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2027.

A experiência foi discutida em seminário realizado no dia 14 na Fundação Getulio Vargas, no Rio de Janeiro. Lara Maranhão, da Seplan, participou de uma apresentação conjunta com representante da área de orçamento do Espírito Santo.

A proposta é relacionar a classificação das despesas aos instrumentos de planejamento e orçamento. No caso piauiense, a organização usa Planos Orçamentários para acompanhar recursos destinados ao enfrentamento dos riscos identificados.

Conforme a secretaria, reconhecer antecipadamente possíveis efeitos financeiros de eventos extremos permite estruturar respostas antes das ocorrências. A notícia não informa um valor total de gastos climáticos nem anuncia liberação de novos recursos. O fato relatado é a apresentação da metodologia e sua integração ao planejamento fiscal estadual.

De onde vem a informação

Síntese em texto próprio a partir das fontes abaixo. Os dados e cenários são atribuídos a quem os publicou.

Secretaria do Planejamento do Piauí — SeplanSeplan apresenta experiência do Piauí na classificação de gastos climáticos na FGV ↗Fonte publicada em 15/10/2026 · 18:30 BRT · consultada em 18/10/2026 · 12:03 BRT