Desmatamento, degradação e queimadas têm papel central nas emissões de carbono da Amazônia, enquanto as secas ampliam seus efeitos. A conclusão é de pesquisa liderada por Luciana Gatti, do INPE, publicada na Nature na quarta-feira (21) e noticiada pela Agência Brasil nesta quinta (22).
A análise reúne 15 anos de medições atmosféricas, entre 2010 e 2024. O balanço médio estimado foi de 320 milhões de toneladas de carbono emitidas por ano, com incerteza de 80 milhões. A unidade é carbono, não toneladas de CO₂.
Os autores separaram anos úmidos com menor perturbação humana, anos com maior pressão humana e baixo estresse climático, e anos quentes e secos. As emissões aumentaram nos dois últimos grupos, mostrando que a explicação não se limita ao clima.
O mapa apresenta a área de influência das amostragens aéreas, calculada pelo modelo HYSPLIT para 2022–2024. Não representa previsão de chuva nem focos de incêndio atuais.
De onde vem a informação
Síntese em texto próprio a partir das fontes abaixo. Os dados e cenários são atribuídos a quem os publicou.
Gatti et al. — NatureAmazon carbon emissions driven by human actions amplified by droughts ↗Fonte publicada em 21/10/2026 · consultada em 22/10/2026 · 15:06 BRTAgência Brasil — Fabíola SinimbúEstudo aponta atividade humana nas emissões de carbono na Amazônia ↗Fonte publicada em 22/10/2026 · 14:38 BRT · consultada em 22/10/2026 · 15:06 BRT
