A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) defende que a expansão da transmissão elétrica considere os riscos climáticos desde o planejamento. O tema aparece em artigo de Thiago Guilherme Ferreira Prado publicado em 30 de outubro.
O texto aponta que temperaturas mais altas podem reduzir a capacidade de condução dos cabos e a eficiência de equipamentos, enquanto elevam a demanda por refrigeração. Ventos extremos, incêndios, inundações e raios também podem afetar instalações e a continuidade do serviço.
Com base em dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico, a publicação informa que descargas atmosféricas, queimadas, ventos fortes e chuva ou temporal responderam por 43% dos desligamentos de linhas analisados entre 2014 e 2023. O percentual descreve ocorrências históricas; não significa que 43% da rede esteja danificada.
A EPE relaciona essa avaliação à localização de empreendimentos, à exposição a incêndios e inundações e às alternativas de recomposição. O artigo também cita monitoramento que utiliza vento e temperatura para estimar a capacidade das linhas, diferenciando recomendações de planejamento de dispositivos já instalados.
De onde vem a informação
Síntese em texto próprio a partir das fontes abaixo. Os dados e cenários são atribuídos a quem os publicou.
Empresa de Pesquisa Energética — Thiago Guilherme Ferreira PradoO futuro da transmissão começa no planejamento — série Entenda o Cenário ↗Fonte publicada em 30/10/2026 · consultada em 01/11/2026 · 06:02 BRT

