Um sensor na Vila Amazônia, zona rural de Parintins, registrou concentração de partículas de 243,2 µg/m³ às 9h desta segunda-feira (2). Na área central do município, a leitura no mesmo horário foi de 193,9 µg/m³, segundo o g1 Amazonas, com dados do Selva, da Universidade do Estado do Amazonas.

A reportagem associa a piora à fumaça de queimadas e cita nove municípios com condições desfavoráveis. No leste do estado, também foram citadas leituras de PM2.5 de 128,5 µg/m³ em Barreirinha, 135,2 µg/m³ em Silves e 137,8 µg/m³ em Itapiranga.

Em Itacoatiara, o registro das 9h foi de 122,5 µg/m³. Maués, Boa Vista do Ramos, Urucurituba e São Sebastião do Uatumã também apareciam com concentrações elevadas no levantamento daquela manhã.

Os números descrevem pontos de monitoramento naquele horário. Não representam médias de 24 horas, exposição uniforme de todos os moradores ou as condições à noite. O relato não mede a área queimada nem identifica a origem de cada concentração.

De onde vem a informação

Síntese em texto próprio a partir das fontes abaixo. Os dados e cenários são atribuídos a quem os publicou.

g1 Amazonas — Marcela Orquiz, com dados do Selva/UEAQueimadas no AM: fumaça deixa qualidade do ar 'muito ruim' ou 'péssima' em nove municípios do interior ↗Fonte publicada em 02/11/2026 · 11:12 BRT · consultada em 02/11/2026 · 21:12 BRT