A preocupação com enchentes, queimadas, calor e perda de biodiversidade pode interferir nos projetos de vida de adolescentes e jovens adultos. A avaliação é da psicóloga Andréia De Conto Garbin, do Departamento de Saúde Ambiental da Faculdade de Saúde Pública da USP, em entrevista publicada pelo Jornal da USP em 28 de outubro.
A docente descreve a ecoansiedade como sofrimento ligado à percepção da crise ambiental e de suas consequências. O tema envolve tanto a expectativa de novos eventos quanto experiências de perdas em desastres, com efeitos sobre o sentimento de segurança da família e da comunidade.
Na entrevista, a professora chama atenção para notícias que apresentam apenas cenários catastróficos, sem contexto ou possibilidades de enfrentamento. Ela defende informação baseada em evidências, acompanhada de explicações sobre prevenção e ação coletiva.
Projetos ambientais e iniciativas comunitárias podem fortalecer vínculos e transformar a sensação de impotência em participação, segundo Garbin. A reportagem apresenta uma análise de especialista, sem medir quantos jovens brasileiros vivenciam esse sofrimento ou estabelecer um diagnóstico para todos eles.
De onde vem a informação
Síntese em texto próprio a partir das fontes abaixo. Os dados e cenários são atribuídos a quem os publicou.
Jornal da USP — Maby Ferreira, sob supervisão de Gabriel SoaresMedo das mudanças climáticas afeta a forma como jovens enxergam o futuro ↗Fonte publicada em 28/10/2026 · 07:00 BRT · consultada em 02/11/2026 · 03:13 BRT

